Como saber se vale a pena investir em automação de embalagem?
A automação de processos logísticos, especialmente na etapa de embalagem, é uma estratégia cada vez mais adotada por empresas que buscam aumentar a eficiência operacional, reduzir desperdícios e padronizar resultados. No entanto, o investimento em máquinas como seladoras, arqueadoras e envolvedoras ainda levanta dúvidas entre gestores: quando esse investimento se justifica?
Neste artigo, abordamos os principais critérios técnicos e operacionais para avaliar a viabilidade da automação na embalagem.
1. Volume operacional x Capacidade produtiva
Um dos principais indicadores para considerar a automação é o volume de embalagens processadas diariamente em relação à capacidade da equipe.
Se o número de pedidos ultrapassa o ritmo de produção manual, ou se há necessidade de escalabilidade sem aumento proporcional de mão de obra, a automação se torna uma solução viável.
Exemplo: uma envolvedora automática pode reduzir em até 70% o tempo de strechamento de um palete, liberando colaboradores para atividades de maior valor agregado.
2. Padronização e redução de erros
Processos manuais estão mais suscetíveis a falhas, variações e retrabalhos. Máquinas de embalagem oferecem padrão de aplicação, seja de fita, arqueação ou envolvimento, o que resulta em:
- Redução de uso excessivo de insumos
- Menor risco de avarias no transporte
- Menos devoluções ou reclamações logísticas
Padronizar a aplicação da fita ou da arqueação melhora a segurança da carga e reduz perdas no transporte.
3. Custos operacionais e payback
Ao avaliar o investimento, é fundamental calcular o payback, ou seja, o tempo necessário para recuperar o valor investido por meio da economia gerada.
Os principais fatores de economia são:
- Redução de tempo de operação
- Diminuição do consumo de insumos
- Menos necessidade de retrabalho
- Otimização de mão de obra
Em operações com alto volume, o payback de uma seladora, arqueadora ou envolvedora pode ocorrer em poucos meses.
4. Segurança e ergonomia
Máquinas automáticas também contribuem para a redução de riscos ergonômicos e acidentes operacionais, especialmente em tarefas repetitivas e com esforço físico constante, como arqueação com fita de aço ou envolvimento manual com filme stretch.
5. Manutenção e suporte técnico
Outro ponto a ser considerado é a disponibilidade de suporte técnico e peças de reposição. Equipamentos com manutenção simplificada e prontos para uso (sem necessidade de importação ou longos prazos) reduzem riscos de parada de operação.
A pronta entrega de máquinas e peças é um fator que reduz significativamente o tempo de inatividade em caso de manutenção.
A decisão de investir em automação de embalagem deve ser baseada em critérios objetivos como volume operacional, custos, padronização, segurança e retorno sobre o investimento.
Com uma análise técnica bem estruturada, é possível identificar os pontos da operação onde a automação trará mais retorno e eficiência.
Para mais informações sobre soluções em automação de embalagem, entre em contato pelo telefone (19) 4104-2060, pelo e-mail comercial@supplypack.com.br ou acesse www.supplypackembalagens.com.br.
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